Quem foi disse que eu tenho medo do amor? Não, não é nada disso. Não tenho medo do amor. O que eu temo é o que ele causa. Como aquela sensação de que as músicas que tocam no rádio foram escritas baseadas em algum relacionamento que eu já tive. Ou então todas as inseguranças e responsabilidade que eu acabo assumindo por amar alguém. As preocupações com pequenas coisas e o medo excessivo de perder. Aquele ciúmes agonizante por alguém apresentar perigo ou simplesmente pela possessividade. O problema não é o amor, e sim os efeitos colaterais. As noites de sono perdidas e a maneira como deixo de me cuidar, visando ser cuidada por alguém e quando não, ocupando meu tempo cuidando. Deixar de ser a minha própria prioridade, e depois quando tudo der errado, sofrer pelo o que eu fiz ou pelo o que eu não deveria ter exitado em fazer. Principalmente, temo todos os efeitos que o amor causa porque, no começo são as melhores sensações do mundo e depois que termina, fico sempre com a mesma pergunta em mente: “O que eu tinha na cabeça pra fazer aquilo?”
“Quando o amor vira uma droga.” Gabriela Machado.  (via maisumnasociedade)

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Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e ainda continuar batendo? Nos últimos dias, eu tinha passado por muitas experiências que poderiam ter acabado comigo, mas isso não me deixou mais forte. Ao contrário, eu me sentia horrivelmente frágil, como se uma única palavra pudesse me despedaçar.
Lua Nova, Bella Swan. (via maisumnasociedade)

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Me desculpe por ter entrado na sua vida, por ter gostado de você logo de primeira. Desculpe-me por ter me encantado pelo seu sorriso, pelo seu olhar, por ter pensando que você era diferente de todas as outras pessoas que conheci, por ter achado que você era mesmo o meu par perfeito. E desculpe-me mais ainda por ter me apaixonado por ti, e logo em seguida ter me decepcionado, afinal, você não era tudo o que eu pensava ser.
Desculpe-me  (via maisumnasociedade)

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